Quanto tempo leva para contratar uma garantia judicial?

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Quanto tempo leva para contratar uma garantia judicial?
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As garantias judiciais podem ser exigidas das empresas que estão diante de processos tributários, cíveis e trabalhistas.

Em algumas situações, durante o trâmite legal, a empresa ré é obrigada a apresentar garantias judiciais em um curto período e, por esse motivo, a agilidade por parte da consultoria que irá assessorar a empresa neste processo para obtenção da apólice é essencial.

As apólices de Seguro Garantia Judicial, modalidade do ramo de seguro garantia, atendem perfeitamente as prerrogativas da Lei, podendo ser aplicadas em processos novos ou em andamentos, neste caso, em substituição a garantias já ofertadas.

Como solução aos onerosos depósitos judiciais feitos em dinheiro ou por intermédio das cartas de fiança bancária, o Seguro Garantia Judicial está entre as alternativas permitidas pela lei.

As partes

A condução do trabalho da consultoria tem por finalidade compatibilizar os interesses de um tripé composto por:

 

Considerando que os interesses das partes são absolutamente distintos, para se viabilizar as operações de garantias, os consultores devem ter muita experiência e habilidade para desenhar uma operação que atenda satisfatoriamente todos, ou seja, cliente, seguradora e segurado.

Análise de risco

Tal qual as outras modalidades do ramo de Seguro Garantia, o Seguro Garantia Judicial exige uma avaliação do risco financeiro, contemplando os Balanços Patrimoniais da empresa tomadora e adicionalmente, neste caso, ter acesso ao processo jurídico para se conhecer o risco legal, com o preenchimento de uma ficha específica.

Com o recebimento da documentação, abre-se o processo de análise.

A contratação

A contratação segue um fluxo de análise de informações, incluindo a pesquisa nos principais órgãos de serviços ao crédito e portais jurídicos.

São necessários os seguintes documentos:

  • Três últimos balanços e o balancete mais recente, os quais irão permitir a análise do risco financeiro​ que informa a capacidade da empresa tomadora de cumprir com o pagamento futuro, caso seja condenada.
  • Os Balanços Patrimoniais, com os seus respectivos DER’s – Demonstrativo do Resultado do Exercício, são de responsabilidade do departamento financeiro ou do contador da empresa.
  • Ficha de Informação que contém questões relacionadas ao processo legal, onde se tem conhecimento sobre o tempo do processo, fase, estratégia de defesa, valores, objeto da ação, número do processo, entre os principais dados.
  • A responsabilidade pelo preenchimento da Ficha de Informações é do advogado da empresa que está cuidando do caso.

 

Munidos das informações financeiras e legais, é possível conhecer o risco, dimensioná-lo, colocá-lo no mercado, estabelecer a taxa e condições para a contratação.

Aqui, vale destacar um ponto importante que é a colocação do risco no mercado segurador e ressegurador.

Os comitês de riscos são formados por analistas que friamente se amparam em números para concederem seus pareceres. A Merit procura sempre acrescentar aos dossiês que são submetidos aos analistas os aspectos qualitativos da empresa tomadora. As defesas para a obtenção de limites de crédito e aprovação das operações devem ser muito bem estruturadas, pois do contrário, reverter uma decisão desfavorável de um comitê de risco é mais difícil. Portanto o segredo é: começar o processo com embasamento, de forma correta, organizada e planejada.

Por esse motivo que o perfil da consultoria ganha relevância, ao exigir dos profissionais participantes do processo de emissão de garantias um comportamento proativo, com experiência em finanças, conhecimento jurídico, habilidade em negociações e obviamente, entender profundamente de seguros. Aquele comportamento de agente que meramente faz o serviço de “leva e traz” de documentos, para os casos de seguro que tem a essência de fiança é altamente reprovado.

Proposta comercial

Todo o processo comercial, desde o início, contando a partir do recebimento da documentação e culminando com a apresentação da proposta leva em torno de no máximo 48 horas, desde que a empresa atende aos pré-requisitos daquele determinado seguro.

A proposta contempla todas as informações necessárias para a tomada de decisão, uma vez que contém o valor da garantia (Importância Segurada), prazos de vigência, segurado (beneficiário), objeto do seguro e o custo.

Emissão

Após a aprovação da proposta, em média a emissão da apólice se dará em 24 horas ou 48 horas, com o envio da via original digitalizada para ser anexada ao processo judicial.

Há casos que em decorrência da urgência para o cumprimento de prazos, o processo todo pode ser encurtado em 48 horas ou até em 24 horas.

São mais de 25 anos de experiência e mais 40 mil apólices emitidas. Conte com a Merit, uma consultoria especializada em garantias, com uma equipe experiente e sempre pronta para conduzir com agilidade, precisão e transparência a gestão de suas garantias judiciais.

Convidamos você a descobrir os nossos diferenciais e porque nos escolher.

Marcelo Fasolari

Sócio-Diretor na Merit Seguros

Sou especialista em garantias há mais de 31 anos, criando soluções para escritórios de advocacia e empresas de todo o Brasil. Meu propósito é a viabilização de apólices para processos judiciais tributários, cíveis e trabalhistas, como também, estruturar garantias para editais de concorrência e contratos de prestação de serviços, fabricação e de construção, no Brasil e no exterior.

Meu foco é encontrar o equilíbrio entre as coberturas exigidas, com redução de custos. Se você precisa de apólices para amparar seus processos judiciais e as atividades comerciais da sua empresa, vou assessorar você na obtenção de todos os tipos de garantias.

Perguntas Frequentes

Seguro Garantia Judicial é uma apólice usada para garantir valores em processos, substituindo alternativas como depósito judicial, penhora ou bloqueios, conforme aceitação do juízo e regras aplicáveis. Na prática, ele ajuda empresas a manterem capital de giro enquanto cumprem a exigência de garantia do processo. É uma solução comum em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e execuções, quando o objetivo é garantir o valor discutido sem imobilizar o caixa. Para entender a estrutura e as modalidades, veja a página de Seguro Garantia Judicial.

Na maioria dos casos, pode substituir, mas a aceitação depende do tipo de processo, do entendimento do juiz e do atendimento aos requisitos da apólice (cláusulas, vigência, valor segurado e condições). O caminho mais seguro é apresentar uma apólice com linguagem adequada para o processo, emitida por seguradora regular e com condições claras de execução da garantia. Quando bem estruturado, o Seguro Garantia Judicial reduz a necessidade de imobilizar recursos e pode ser uma alternativa financeiramente mais eficiente do que depósito ou outras garantias tradicionais. Se você quer aprofundar esse cenário, veja como substituir depósito judicial por seguro garantia.

O preço do Seguro Garantia Judicial depende principalmente do valor a ser garantido, do perfil de risco, do prazo de vigência e das condições do processo. Na prática, o custo é calculado como um percentual anual (taxa) sobre o valor segurado, e pode variar conforme análise de crédito e risco. Empresas com histórico e documentação bem organizada tendem a conseguir melhores taxas. Para comparar alternativas, o ideal é analisar o custo total versus o impacto no caixa (por exemplo, custo do seguro x custo de capital parado em depósito). Para ter uma visão objetiva, consulte preço e cálculo do Seguro Garantia Judicial.

Em geral, são solicitados: dados do processo (número, vara/tribunal, partes), valor a garantir, cópias de decisões relevantes, além de documentos da empresa para análise de risco (cadastro, faturamento, demonstrações financeiras, contrato social, entre outros). A lista pode variar conforme seguradora, valor e modalidade. O ponto chave é: quanto mais completo e organizado o envio, mais rápido costuma ser o retorno de análise e emissão, reduzindo retrabalho e risco de exigências. Se você precisa do passo a passo, veja como fazer Seguro Garantia Judicial.

As recusas geralmente acontecem por problemas de forma e adequação, não pelo produto em si. Exemplos comuns: cláusulas inadequadas para o tipo de ação, ausência de condições exigidas pelo juízo, vigência incompatível, valor segurado insuficiente, endereçamento incorreto, ou dúvidas sobre a regularidade da seguradora. Em muitos casos, o problema é resolvido com ajuste técnico via endosso, adequando redação e condições ao processo. Por isso, é importante emitir a apólice já com estrutura jurídica apropriada — e observar também requisitos de modalidades específicas, como o Seguro Garantia Administrativo, quando aplicável ao contexto do processo/contrato.

Endosso é a alteração formal da apólice, usada quando é necessário ajustar informações como valor segurado, vigência, dados do processo, cláusulas ou condições exigidas pelo juízo. Isso é comum quando há atualização do valor da causa, mudança de fase processual, exigência de complemento de garantia ou correções para aceitação. Após o endosso, a boa prática é protocolar o documento nos autos e comunicar o juízo, garantindo que a nova versão substitua a anterior sem gerar dúvidas. Para alinhar expectativas desde o início, vale conferir o prazo de vigência do Seguro Garantia Judicial.

A forma correta é consultar a seguradora e/ou o produto diretamente nos canais oficiais da SUSEP, verificando se a empresa está autorizada a operar e se o produto está devidamente registrado/regular. Esse cuidado evita problemas de aceitação e reduz risco operacional, principalmente em garantias judiciais onde a confiança na execução da apólice é central. Além disso, vale avaliar histórico, especialização em garantias e suporte técnico para adequar cláusulas ao tipo de processo. Para facilitar, veja o guia: como verificar seguradora na SUSEP.

A principal diferença é que o Seguro Garantia Judicial é um contrato de seguro (com prêmio/taxa) e costuma ser percebido como alternativa que preserva mais o caixa e não consome da mesma forma o limite bancário; já a Carta Fiança é uma garantia bancária, normalmente ligada a relacionamento e limite de crédito, podendo afetar a capacidade de financiamento da empresa. Na prática, a melhor escolha depende do custo total, do impacto na linha bancária, do prazo do processo e da estratégia financeira da empresa para manter liquidez. Se quiser comparar com mais detalhes, veja Carta Fiança fidejussória: tudo o que você precisa saber.

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