Garantias nos Processos Judiciais: quais as opções?

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Garantias nos Processos Judiciais: quais as opções
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Seguro Garantias nos Processos Judiciais

Para garantir o cumprimento de sentenças decorrentes do julgamento de processos tributários, cíveis e trabalhistas, pode ser necessário que o tomador, no caso réu, seja obrigado pelo juiz a prestar caução. Ou ainda, opte por oferecer garantias como instrumento de caução para que o trâmite judicial transcorra de acordo com as etapas de defesa.

Independentemente do contexto, é necessário que sejam estudadas as melhores soluções para cada caso, a fim de encontrar aquela que seja a mais adequada, levando em conta o custo para se obter a garantia, prazo para obtê-la e eficácia jurídica. E qualquer que seja a natureza do processo, as garantias dadas por meio de apólices, não comprometem o fluxo de caixa e, ao mesmo tempo, que mantém o funcionamento das empresas durante o julgamento dos processos.

O depósito judicial pode ser solicitado para garantir que a parte vencedora receba o valor da ação judicial, caso a empresa ré tenha que honrar com o seu compromisso financeiro.

Como é sabido, o depósito judicial feito por intermédio de dinheiro é a opção mais onerosa para a empresa tomadora. Mesmo que a empresa tenha os recursos disponíveis no seu caixa, do ponto de vista financeiro, essa opção comprovadamente não vale a pena.

O valor depositado em dinheiro é feito em contas específicas de bancos públicos e fica sob responsabilidade e administração do Poder Judiciário até o final da sentença. O valor é corrigido mensalmente e pode ser resgatado quando for promulgada a sentença a favor do réu ou direcionado a parte credora, quando a empresa tomadora for condenada.

Conheça as opções que podem ser dadas como depósitos judiciais.

Fiança Bancária

A carta de fiança bancária é um contrato firmado com uma instituição bancária que passa a configurar como fiador, caso seja necessário o pagamento da dívida ao beneficiário, no caso o credor. Porém, as cartas de fiança bancária, apresentam algumas desvantagens.

As taxas e tarifas praticadas pelos bancos para a emissão de uma carta de fiança bancária é muita alta, podendo variar entre 2% a 6% ao ano. Soma-se a isso o condicionamento dos bancos em requererem contrapartidas, como aplicações financeiras vinculadas à emissão da carta de fiança. Além disso, a fiança bancária é contabilizada pelo banco emissor como um empréstimo, prejudicando a linha de crédito da empresa.

Seguro Garantia Judicial

O ideal é que o primeiro passo, caso sua empresa seja acionada na justiça, é contar com a orientação jurídica de um advogado, concomitante à uma consultoria de seguros, especializada em garantias. Dada a complexidade do sistema jurídico brasileiro e as nuances interpretativas das decisões, em linhas gerais, serão esses os profissionais responsáveis por preparar a defesa, encontrar os melhores caminhos para o cumprimento do direito e prestar as garantias requisitadas em cada processo judicial.

Nesta situação, o advogado que o representará, deverá também trabalhar para encontrar a melhor solução para o cliente.

Garantias Judiciais

Cada vez mais as apólices têm sido a melhor solução encontrada pelas empresas. Primeiro em razão do custo: pode ser até 40% menor em relação à fiança bancária. Segundo que, pelo fato de ser emitida por uma seguradora, portanto, sem vínculos com o setor bancário, a apólice não afeta a linha de crédito da empresa tomadora. Isso sem contar que o tempo para contratar uma apólice é muito mais rápido.

Atualmente, o Seguro Garantia Judicial tem sua eficácia equiparada ao depósito feito em dinheiro e esse aspecto conquistou a confiança dos juízes.

As apólices se comportam como instrumento de proteção para empresas que desejam evitar que as contas sejam bloqueadas (Sistema “Bacen Jud”) e, principalmente, porque permitem que a empresa se mantenha oxigenada, com a preservação do seu capital de giro.

Deste modo, sendo um instrumento criado para garantir o pagamento das obrigações que eventualmente possam ser imputadas à empresa em litígio, as apólices podem vigorar durante todo o trâmite do processo ou até que a sentença transite em julgado.

Diante dos pontos positivos apresentados pelo Seguro Garantia Judicial a favor das empresas de maneira geral, não é surpresa que nos últimos 2 anos ocorreu um forte aumento na demanda por esse tipo de caução.

Aproveite para entender melhor sobre quais empresas podem contratar o Seguro Garantia Judicial.

Proposta comercial Seguro Garantia Processos Judiciais

Todo o processo comercial, desde o início, contando a partir do recebimento da documentação e culminando com a apresentação da proposta leva em torno de no máximo 48 horas, desde que a empresa atende aos pré-requisitos daquele determinado seguro.

A proposta contempla todas as informações necessárias para a tomada de decisão, uma vez que contém o valor da garantia (Importância Segurada), prazos de vigência, segurado (beneficiário), objeto do seguro e o custo.

Emissão Apólice Seguro Garantia Processos Judiciais

Após a aprovação da proposta, em média a emissão da apólice se dará em 24 horas ou 48 horas, com o envio da via original digitalizada para ser anexada ao processo judicial.

Há casos que em decorrência da urgência para o cumprimento de prazos, o processo todo pode ser encurtado em 48 horas ou até em 24 horas.

São mais de 29 anos de experiência e mais 40 mil apólices emitidas. Conte com a Merit Seguros, uma consultoria especializada em garantias, com uma equipe experiente e sempre pronta para conduzir com agilidade, precisão e transparência a gestão de suas garantias judiciais.

Convidamos você a descobrir os nossos diferenciais e porque nos escolher.

 


 

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Marcelo Fasolari

Sócio-Diretor na Merit Seguros

Sou especialista em garantias há mais de 31 anos, criando soluções para escritórios de advocacia e empresas de todo o Brasil. Meu propósito é a viabilização de apólices para processos judiciais tributários, cíveis e trabalhistas, como também, estruturar garantias para editais de concorrência e contratos de prestação de serviços, fabricação e de construção, no Brasil e no exterior.

Meu foco é encontrar o equilíbrio entre as coberturas exigidas, com redução de custos. Se você precisa de apólices para amparar seus processos judiciais e as atividades comerciais da sua empresa, vou assessorar você na obtenção de todos os tipos de garantias.

Perguntas Frequentes

Seguro Garantia Judicial é uma apólice usada para garantir valores em processos, substituindo alternativas como depósito judicial, penhora ou bloqueios, conforme aceitação do juízo e regras aplicáveis. Na prática, ele ajuda empresas a manterem capital de giro enquanto cumprem a exigência de garantia do processo. É uma solução comum em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e execuções, quando o objetivo é garantir o valor discutido sem imobilizar o caixa. Para entender a estrutura e as modalidades, veja a página de Seguro Garantia Judicial.

Na maioria dos casos, pode substituir, mas a aceitação depende do tipo de processo, do entendimento do juiz e do atendimento aos requisitos da apólice (cláusulas, vigência, valor segurado e condições). O caminho mais seguro é apresentar uma apólice com linguagem adequada para o processo, emitida por seguradora regular e com condições claras de execução da garantia. Quando bem estruturado, o Seguro Garantia Judicial reduz a necessidade de imobilizar recursos e pode ser uma alternativa financeiramente mais eficiente do que depósito ou outras garantias tradicionais. Se você quer aprofundar esse cenário, veja como substituir depósito judicial por seguro garantia.

O preço do Seguro Garantia Judicial depende principalmente do valor a ser garantido, do perfil de risco, do prazo de vigência e das condições do processo. Na prática, o custo é calculado como um percentual anual (taxa) sobre o valor segurado, e pode variar conforme análise de crédito e risco. Empresas com histórico e documentação bem organizada tendem a conseguir melhores taxas. Para comparar alternativas, o ideal é analisar o custo total versus o impacto no caixa (por exemplo, custo do seguro x custo de capital parado em depósito). Para ter uma visão objetiva, consulte preço e cálculo do Seguro Garantia Judicial.

Em geral, são solicitados: dados do processo (número, vara/tribunal, partes), valor a garantir, cópias de decisões relevantes, além de documentos da empresa para análise de risco (cadastro, faturamento, demonstrações financeiras, contrato social, entre outros). A lista pode variar conforme seguradora, valor e modalidade. O ponto chave é: quanto mais completo e organizado o envio, mais rápido costuma ser o retorno de análise e emissão, reduzindo retrabalho e risco de exigências. Se você precisa do passo a passo, veja como fazer Seguro Garantia Judicial.

As recusas geralmente acontecem por problemas de forma e adequação, não pelo produto em si. Exemplos comuns: cláusulas inadequadas para o tipo de ação, ausência de condições exigidas pelo juízo, vigência incompatível, valor segurado insuficiente, endereçamento incorreto, ou dúvidas sobre a regularidade da seguradora. Em muitos casos, o problema é resolvido com ajuste técnico via endosso, adequando redação e condições ao processo. Por isso, é importante emitir a apólice já com estrutura jurídica apropriada — e observar também requisitos de modalidades específicas, como o Seguro Garantia Administrativo, quando aplicável ao contexto do processo/contrato.

Endosso é a alteração formal da apólice, usada quando é necessário ajustar informações como valor segurado, vigência, dados do processo, cláusulas ou condições exigidas pelo juízo. Isso é comum quando há atualização do valor da causa, mudança de fase processual, exigência de complemento de garantia ou correções para aceitação. Após o endosso, a boa prática é protocolar o documento nos autos e comunicar o juízo, garantindo que a nova versão substitua a anterior sem gerar dúvidas. Para alinhar expectativas desde o início, vale conferir o prazo de vigência do Seguro Garantia Judicial.

A forma correta é consultar a seguradora e/ou o produto diretamente nos canais oficiais da SUSEP, verificando se a empresa está autorizada a operar e se o produto está devidamente registrado/regular. Esse cuidado evita problemas de aceitação e reduz risco operacional, principalmente em garantias judiciais onde a confiança na execução da apólice é central. Além disso, vale avaliar histórico, especialização em garantias e suporte técnico para adequar cláusulas ao tipo de processo. Para facilitar, veja o guia: como verificar seguradora na SUSEP.

A principal diferença é que o Seguro Garantia Judicial é um contrato de seguro (com prêmio/taxa) e costuma ser percebido como alternativa que preserva mais o caixa e não consome da mesma forma o limite bancário; já a Carta Fiança é uma garantia bancária, normalmente ligada a relacionamento e limite de crédito, podendo afetar a capacidade de financiamento da empresa. Na prática, a melhor escolha depende do custo total, do impacto na linha bancária, do prazo do processo e da estratégia financeira da empresa para manter liquidez. Se quiser comparar com mais detalhes, veja Carta Fiança fidejussória: tudo o que você precisa saber.

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