Quando o Seguro Garantia Judicial pode ser contratado?

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Quando contratar Seguro Garantia Judicial
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As apólices de garantias judiciais, como você já deve saber, são formas de permitir que sua empresa possa constituir fianças para processos tributários, cíveis e trabalhistas, cujo objetivo primordial é mitigar o risco do beneficiário da ação, caso a empresa ré seja condenada e não venha a cumprir com o pagamento.

Uma dúvida comum é sobre quando o Seguro Garantia Judicial pode ser contratado. Qual é o momento certo?

Preparamos este artigo para abordar um pouco essa questão.

Segundo os preceitos do Seguro Garantia Judicial, este é um instrumento disponibilizado pelo setor de seguros que tem cunho de fiança, quando a seguradora assume o papel de afiançadora caso as obrigações financeiras não sejam honradas pela empresa tomadora, se condenada.

Por que contratar?

Esta modalidade do ramo de Seguro Garantia está atrelada única e exclusivamente ao processo legal, podendo ser exigida pelo magistrado ou sendo ofertada como instrumento de fiança na estratégia de defesa. Portanto, a contratação do Seguro Garantia Judicial, pode em muitas situações jurídicas, partir por iniciativa da empresa que responde ao processo, por intermédio do advogado que cuida da ação, sempre que houver um litígio entre as partes.

Quando contratar o Seguro Garantia Judicial?

Sobre as etapas? A apólice pode ser contratada:

➔ No início da fase de execução da sentença;
➔ No momento da oposição de embargos do devedor;
➔ Na execução, em ações cautelares.

Vale destacar também que o Seguro Garantia Judicial pode ser aplicado quando da substituição de outras garantias já caucionadas, principalmente quando do depósito em juízo feito em dinheiro, cuja troca de caução, beneficia a recuperação do capital de giro, visto que qualquer valor bloqueado na justiça traz um enorme prejuízo para o caixa das empresas.

Precisa de mais informações?

Embora as apólices estão sendo aceitas cada vez mais pelas procuradorias, varas cíveis, tribunais e ministérios públicos, muitos advogados e empresários ainda não tem recorrido a este tipo de fiança.

Note que os empresários podem contratar o Seguro Garantia Judicial diretamente com a consultoria especializada, ou se assim preferir, por meio dos seus advogados.

A Merit atua há mais de 30 anos como especialista no ramo de Seguro Garantia. Tem mais de 4 mil clientes atendidos e mais de 40 mil apólices emitidas. Não deixe de conferir os diferenciais da Merit Seguros.

Marcelo Fasolari

Sócio-Diretor na Merit Seguros

Sou especialista em garantias há mais de 31 anos, criando soluções para escritórios de advocacia e empresas de todo o Brasil. Meu propósito é a viabilização de apólices para processos judiciais tributários, cíveis e trabalhistas, como também, estruturar garantias para editais de concorrência e contratos de prestação de serviços, fabricação e de construção, no Brasil e no exterior.

Meu foco é encontrar o equilíbrio entre as coberturas exigidas, com redução de custos. Se você precisa de apólices para amparar seus processos judiciais e as atividades comerciais da sua empresa, vou assessorar você na obtenção de todos os tipos de garantias.

Perguntas Frequentes

Seguro Garantia Judicial é uma apólice usada para garantir valores em processos, substituindo alternativas como depósito judicial, penhora ou bloqueios, conforme aceitação do juízo e regras aplicáveis. Na prática, ele ajuda empresas a manterem capital de giro enquanto cumprem a exigência de garantia do processo. É uma solução comum em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e execuções, quando o objetivo é garantir o valor discutido sem imobilizar o caixa. Para entender a estrutura e as modalidades, veja a página de Seguro Garantia Judicial.

Na maioria dos casos, pode substituir, mas a aceitação depende do tipo de processo, do entendimento do juiz e do atendimento aos requisitos da apólice (cláusulas, vigência, valor segurado e condições). O caminho mais seguro é apresentar uma apólice com linguagem adequada para o processo, emitida por seguradora regular e com condições claras de execução da garantia. Quando bem estruturado, o Seguro Garantia Judicial reduz a necessidade de imobilizar recursos e pode ser uma alternativa financeiramente mais eficiente do que depósito ou outras garantias tradicionais. Se você quer aprofundar esse cenário, veja como substituir depósito judicial por seguro garantia.

O preço do Seguro Garantia Judicial depende principalmente do valor a ser garantido, do perfil de risco, do prazo de vigência e das condições do processo. Na prática, o custo é calculado como um percentual anual (taxa) sobre o valor segurado, e pode variar conforme análise de crédito e risco. Empresas com histórico e documentação bem organizada tendem a conseguir melhores taxas. Para comparar alternativas, o ideal é analisar o custo total versus o impacto no caixa (por exemplo, custo do seguro x custo de capital parado em depósito). Para ter uma visão objetiva, consulte preço e cálculo do Seguro Garantia Judicial.

Em geral, são solicitados: dados do processo (número, vara/tribunal, partes), valor a garantir, cópias de decisões relevantes, além de documentos da empresa para análise de risco (cadastro, faturamento, demonstrações financeiras, contrato social, entre outros). A lista pode variar conforme seguradora, valor e modalidade. O ponto chave é: quanto mais completo e organizado o envio, mais rápido costuma ser o retorno de análise e emissão, reduzindo retrabalho e risco de exigências. Se você precisa do passo a passo, veja como fazer Seguro Garantia Judicial.

As recusas geralmente acontecem por problemas de forma e adequação, não pelo produto em si. Exemplos comuns: cláusulas inadequadas para o tipo de ação, ausência de condições exigidas pelo juízo, vigência incompatível, valor segurado insuficiente, endereçamento incorreto, ou dúvidas sobre a regularidade da seguradora. Em muitos casos, o problema é resolvido com ajuste técnico via endosso, adequando redação e condições ao processo. Por isso, é importante emitir a apólice já com estrutura jurídica apropriada — e observar também requisitos de modalidades específicas, como o Seguro Garantia Administrativo, quando aplicável ao contexto do processo/contrato.

Endosso é a alteração formal da apólice, usada quando é necessário ajustar informações como valor segurado, vigência, dados do processo, cláusulas ou condições exigidas pelo juízo. Isso é comum quando há atualização do valor da causa, mudança de fase processual, exigência de complemento de garantia ou correções para aceitação. Após o endosso, a boa prática é protocolar o documento nos autos e comunicar o juízo, garantindo que a nova versão substitua a anterior sem gerar dúvidas. Para alinhar expectativas desde o início, vale conferir o prazo de vigência do Seguro Garantia Judicial.

A forma correta é consultar a seguradora e/ou o produto diretamente nos canais oficiais da SUSEP, verificando se a empresa está autorizada a operar e se o produto está devidamente registrado/regular. Esse cuidado evita problemas de aceitação e reduz risco operacional, principalmente em garantias judiciais onde a confiança na execução da apólice é central. Além disso, vale avaliar histórico, especialização em garantias e suporte técnico para adequar cláusulas ao tipo de processo. Para facilitar, veja o guia: como verificar seguradora na SUSEP.

A principal diferença é que o Seguro Garantia Judicial é um contrato de seguro (com prêmio/taxa) e costuma ser percebido como alternativa que preserva mais o caixa e não consome da mesma forma o limite bancário; já a Carta Fiança é uma garantia bancária, normalmente ligada a relacionamento e limite de crédito, podendo afetar a capacidade de financiamento da empresa. Na prática, a melhor escolha depende do custo total, do impacto na linha bancária, do prazo do processo e da estratégia financeira da empresa para manter liquidez. Se quiser comparar com mais detalhes, veja Carta Fiança fidejussória: tudo o que você precisa saber.

Fale com a Mary T.
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