Merit: Uma Consultoria Jurídica Completa

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Merit: uma consultoria completa
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Uma Consultoria Jurídica Completa

Um contrato é um instrumento jurídico em que as partes envolvidas estabelecem direitos e obrigações para que um determinado objetivo seja alcançado. Esse objetivo pode ser a prestação de um serviço, a fabricação de um produto, o fornecimento de um equipamento, a edificação de uma obra ou até mesmo a locação de um imóvel.

Normalmente os contratos são redigidos por advogados, que se vale de seus fundamentos legais e de uma boa dose de experiência para elaborar os clausulados. Muito embora os profissionais de direito recorram às suas teorias e estudos, quando o tópico envolve as garantias e os seguros contratuais, constata-se uma visão míope sobre a base teórica da legislação que rege os seguros. Os equívocos vão desde a exigência de seguros inexistentes, até conflitos de coberturas. Passam por textos mal redigidos, seguem por excesso de clausulados e importâncias seguradas incompatíveis com o valor em risco. O resultado quase sempre compromete a adimplência do contrato, uma vez que a interpretação dos clausulados torna-se difícil. Às vezes, mais trabalhoso do que contratar os seguros e as garantias é identificar o que se deseja cobrir.

O mundo do seguro é complexo, portanto, podem brotar dúvidas em cada negócio, em cada novo projeto. São ramos de modalidades que se confundem entre si e que desafiam os especialistas em riscos e advogados. Tome-se, por exemplo, uma empresa de estruturas metálicas que irá participar da construção de uma nova indústria. Quais os seguros mais adequados? Quais são os riscos inerentes à execução da obra civil, parte elétrica e hidráulica? Quais são as coberturas que a empresa contratante deve exigir para se proteger? E as franquias? Um seguro de Responsabilidade Civil é suficiente para amparar todo o projeto? Em quais casos se aplica o seguro de Responsabilidade Civil Cruzada? Quais são as características do seguro de Responsabilidade Civil, Instalação e Montagens? E a Responsabilidade Civil Empregador? Existe um critério para se definir a importância segurada?

A importância segurada deve obrigatoriamente seguir o valor do contrato? Ou no caso de uma construtora de apartamentos residenciais, quais os seguros que podem ser dados como garantia da entrega das unidades? Qual é a finalidade do seguro de Riscos de Engenharia? Ou ainda, diante de um adiantamento de pagamento por conta de um evento financeiro, qual é a apólice correta que irá proporcionar mais conforto ao Contratante em antecipar parte do valor do contrato? Após a conclusão do cumprimento do contrato, qual é o seguro que pode ser exigido pelo Contratante?

Como nota-se, montar um contrato que apresente coerência em sua íntegra, e não conflitos de seguros é uma arte. Em nossa trajetória, temos observado pouco equilíbrio na formulação dos clausulados. Ora, contemplam coberturas demais, que invariavelmente ocasionam uma perda de rentabilidade, principalmente quando o Contratado não aprovisiona as despesas de seguro ou pior, coberturas de menos, que deixam o escopo do contrato desprotegido.

Embora os clausulados referentes às garantias e seguros de um contrato têm por finalidade estabelecer os direitos, definir as obrigações e transferir os riscos para o mercado segurador, nem sempre isso acontece na prática.

Invariavelmente, os problemas surgem após a ocorrência de um eventual sinistro, quando vêm à tona os pontos obscuros do contrato e as dúvidas relativas aos seguros contratados. Um sinistro nem sempre pode ser evitado, mas pode ser previsto. Deparar-se com erros depois da ocorrência do sinistro é tarde demais. A melhor forma de se precaver para que este tipo de problema não ocorra é conversar com um consultor de seguros especialista em contratos ou procurar um advogado especializado em seguros.

A estes profissionais cabe a tarefa de entender os detalhes do projeto, identificar as reais necessidades de proteção das partes envolvidas, simular as probabilidades de riscos, formular os clausulados e principalmente expor quais são as exclusões que a apólice faz. Somente os bons profissionais poderão assessorar Contratantes e Contratados a se protegerem de maneira precisa, objetiva, sem desperdícios. É quando a arte e a ciência somadas podem evitar as consequências de um relacionamento frustrante e prejuízos incalculáveis.

Marcelo Fasolari

Sócio-Diretor na Merit Seguros

Sou especialista em garantias há mais de 31 anos, criando soluções para escritórios de advocacia e empresas de todo o Brasil. Meu propósito é a viabilização de apólices para processos judiciais tributários, cíveis e trabalhistas, como também, estruturar garantias para editais de concorrência e contratos de prestação de serviços, fabricação e de construção, no Brasil e no exterior.

Meu foco é encontrar o equilíbrio entre as coberturas exigidas, com redução de custos. Se você precisa de apólices para amparar seus processos judiciais e as atividades comerciais da sua empresa, vou assessorar você na obtenção de todos os tipos de garantias.

Perguntas Frequentes

Seguro Garantia Judicial é uma apólice usada para garantir valores em processos, substituindo alternativas como depósito judicial, penhora ou bloqueios, conforme aceitação do juízo e regras aplicáveis. Na prática, ele ajuda empresas a manterem capital de giro enquanto cumprem a exigência de garantia do processo. É uma solução comum em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e execuções, quando o objetivo é garantir o valor discutido sem imobilizar o caixa. Para entender a estrutura e as modalidades, veja a página de Seguro Garantia Judicial.

Na maioria dos casos, pode substituir, mas a aceitação depende do tipo de processo, do entendimento do juiz e do atendimento aos requisitos da apólice (cláusulas, vigência, valor segurado e condições). O caminho mais seguro é apresentar uma apólice com linguagem adequada para o processo, emitida por seguradora regular e com condições claras de execução da garantia. Quando bem estruturado, o Seguro Garantia Judicial reduz a necessidade de imobilizar recursos e pode ser uma alternativa financeiramente mais eficiente do que depósito ou outras garantias tradicionais. Se você quer aprofundar esse cenário, veja como substituir depósito judicial por seguro garantia.

O preço do Seguro Garantia Judicial depende principalmente do valor a ser garantido, do perfil de risco, do prazo de vigência e das condições do processo. Na prática, o custo é calculado como um percentual anual (taxa) sobre o valor segurado, e pode variar conforme análise de crédito e risco. Empresas com histórico e documentação bem organizada tendem a conseguir melhores taxas. Para comparar alternativas, o ideal é analisar o custo total versus o impacto no caixa (por exemplo, custo do seguro x custo de capital parado em depósito). Para ter uma visão objetiva, consulte preço e cálculo do Seguro Garantia Judicial.

Em geral, são solicitados: dados do processo (número, vara/tribunal, partes), valor a garantir, cópias de decisões relevantes, além de documentos da empresa para análise de risco (cadastro, faturamento, demonstrações financeiras, contrato social, entre outros). A lista pode variar conforme seguradora, valor e modalidade. O ponto chave é: quanto mais completo e organizado o envio, mais rápido costuma ser o retorno de análise e emissão, reduzindo retrabalho e risco de exigências. Se você precisa do passo a passo, veja como fazer Seguro Garantia Judicial.

As recusas geralmente acontecem por problemas de forma e adequação, não pelo produto em si. Exemplos comuns: cláusulas inadequadas para o tipo de ação, ausência de condições exigidas pelo juízo, vigência incompatível, valor segurado insuficiente, endereçamento incorreto, ou dúvidas sobre a regularidade da seguradora. Em muitos casos, o problema é resolvido com ajuste técnico via endosso, adequando redação e condições ao processo. Por isso, é importante emitir a apólice já com estrutura jurídica apropriada — e observar também requisitos de modalidades específicas, como o Seguro Garantia Administrativo, quando aplicável ao contexto do processo/contrato.

Endosso é a alteração formal da apólice, usada quando é necessário ajustar informações como valor segurado, vigência, dados do processo, cláusulas ou condições exigidas pelo juízo. Isso é comum quando há atualização do valor da causa, mudança de fase processual, exigência de complemento de garantia ou correções para aceitação. Após o endosso, a boa prática é protocolar o documento nos autos e comunicar o juízo, garantindo que a nova versão substitua a anterior sem gerar dúvidas. Para alinhar expectativas desde o início, vale conferir o prazo de vigência do Seguro Garantia Judicial.

A forma correta é consultar a seguradora e/ou o produto diretamente nos canais oficiais da SUSEP, verificando se a empresa está autorizada a operar e se o produto está devidamente registrado/regular. Esse cuidado evita problemas de aceitação e reduz risco operacional, principalmente em garantias judiciais onde a confiança na execução da apólice é central. Além disso, vale avaliar histórico, especialização em garantias e suporte técnico para adequar cláusulas ao tipo de processo. Para facilitar, veja o guia: como verificar seguradora na SUSEP.

A principal diferença é que o Seguro Garantia Judicial é um contrato de seguro (com prêmio/taxa) e costuma ser percebido como alternativa que preserva mais o caixa e não consome da mesma forma o limite bancário; já a Carta Fiança é uma garantia bancária, normalmente ligada a relacionamento e limite de crédito, podendo afetar a capacidade de financiamento da empresa. Na prática, a melhor escolha depende do custo total, do impacto na linha bancária, do prazo do processo e da estratégia financeira da empresa para manter liquidez. Se quiser comparar com mais detalhes, veja Carta Fiança fidejussória: tudo o que você precisa saber.

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