Como proteger sua empresa de uma ação judicial?

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Como proteger sua empresa de uma ação judicial
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Ações judiciais contra empresas são relativamente comuns e representam um momento crítico da empresa. Contando ou não com um departamento interno jurídico ou terceirizado, é importante que sejam estudadas soluções que protejam o direito constitucional de defesa.

Seja qual for a matéria da ação interposta contra a empresa, tributária, cível ou trabalhista, existe a necessidade de encontrar soluções para as garantias judiciais em detrimento às previstas em Lei. Sendo assim, é importante que haja assessoria especializada e planejamento estratégico para evitar prejuízos ao negócio.

Neste artigo, você vai entender como poderá não descapitalizar a sua empresa diante de uma ação judicial, que exija depósito prévio para oferecimento da defesa.

Gestão de riscos jurídicos

Prevenir é sempre melhor do que remediar. Tratando-se dos riscos jurídicos, é importante que todos os processos estejam alinhados às respectivas leis, aplicáveis aos processos de todas as espécies.

Ainda assim, corre-se o risco, por motivos incontroláveis de a empresa ter que ajuizar uma ação em face da demanda que o processo exige. Mas, o que fazer diante de uma ação judicial?

Assessoria Jurídica

O ideal é que o primeiro passo, caso sua empresa seja acionada na justiça, é contar com a orientação jurídica de um advogado, concomitante à uma consultoria de seguros, especializada em garantias. Dada a complexidade do sistema jurídico brasileiro e as nuances interpretativas das decisões, em linhas gerais, serão esses os profissionais responsáveis por preparar a defesa, encontrar os melhores caminhos para o cumprimento do direito e prestar as garantias requisitadas em cada processo judicial.

Nesta situação, o advogado que o representará, deverá também trabalhar para encontrar a melhor solução para o cliente.

Garantias Judiciais

O Seguro Garantia Judicial tem como principal objetivo garantir ao juízo o fiel cumprimento pecuniário, caso o tomador da garantia não cumpra com a obrigação financeira que lhe foi imputada seja em razão de uma sentença, seja em razão da necessidade de depósito garantidor do juízo para interposição da defesa.

De acordo com a legislação, em determinados tipos de ação, como no caso da execução fiscal, será necessário oferecer garantias judiciais, sob pena de não recebimento de sua defesa. O valor atribuído à ação pelo Autor ou Fisco será o valor a ser dado em garantia.

Em outras ações, como é o caso das reclamações trabalhistas, a garantia será oferecida caso haja interesse da empresa ré em recorrer.

Há muitas outras hipóteses em que a garantia ao juízo se faz necessária, exigência essa que traz sempre um impacto financeiro negativo para a empresa e pode inviabilizar a continuidade do negócio.

Mas a boa notícia é que existe uma solução que está sendo cada vez mais adotada por empresas de diversos setores, sendo aplicada para:

  • Ações Tributárias: ​Execuções fiscais e ações anulatórias;
  • Ações Cíveis: ​Cumprimento de sentenças cautelares e execuções provisórias;
  • Ações Trabalhistas: ​Recursos ordinários e extraordinários, recursos de revista.

 

Observe ainda que, o Seguro Garantia Judicial pode ser atrelado aos processos novos ou em andamento, para a substituição de garantias já ofertadas como depósitos em dinheiro, cartas de fiança e penhora de bens, nas seguintes fases do processo:

  • No início da fase de execução da sentença;
  • No momento da oposição de embargos do devedor;
  • Na fase de execução, ainda, em ações cautelares.

 

Trata-se de um assunto extenso e de relevância para sua empresa conhecer essa forma de proteção ao fluxo de caixa e a sustentabilidade financeira. Por isso, para aprofundar seus conhecimentos, entenda em quais situações o Seguro Garantia Judicial pode ser contratado.

Proposta comercial

Todo o processo comercial, desde o início, contando a partir do recebimento da documentação e culminando com a apresentação da proposta leva em torno de no máximo 48 horas, desde que a empresa atende aos pré-requisitos daquele determinado seguro.

A proposta contempla todas as informações necessárias para a tomada de decisão, uma vez que contém o valor da garantia (Importância Segurada), prazos de vigência, segurado (beneficiário), objeto do seguro e o custo.

Emissão

Após a aprovação da proposta, em média a emissão da apólice se dará em 24 horas ou 48 horas, com o envio da via original digitalizada para ser anexada ao processo judicial.

Há casos que em decorrência da urgência para o cumprimento de prazos, o processo todo pode ser encurtado em 48 horas ou até em 24 horas.

São mais de 29 anos de experiência e mais 40 mil apólices emitidas. Conte com a Merit, uma consultoria especializada em garantias, com uma equipe experiente e sempre pronta para conduzir com agilidade, precisão e transparência a gestão de suas garantias judiciais.

Convidamos você a descobrir os nossos diferenciais e porque nos escolher.

Marcelo Fasolari

Sócio-Diretor na Merit Seguros

Sou especialista em garantias há mais de 31 anos, criando soluções para escritórios de advocacia e empresas de todo o Brasil. Meu propósito é a viabilização de apólices para processos judiciais tributários, cíveis e trabalhistas, como também, estruturar garantias para editais de concorrência e contratos de prestação de serviços, fabricação e de construção, no Brasil e no exterior.

Meu foco é encontrar o equilíbrio entre as coberturas exigidas, com redução de custos. Se você precisa de apólices para amparar seus processos judiciais e as atividades comerciais da sua empresa, vou assessorar você na obtenção de todos os tipos de garantias.

Perguntas Frequentes

Seguro Garantia Judicial é uma apólice usada para garantir valores em processos, substituindo alternativas como depósito judicial, penhora ou bloqueios, conforme aceitação do juízo e regras aplicáveis. Na prática, ele ajuda empresas a manterem capital de giro enquanto cumprem a exigência de garantia do processo. É uma solução comum em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e execuções, quando o objetivo é garantir o valor discutido sem imobilizar o caixa. Para entender a estrutura e as modalidades, veja a página de Seguro Garantia Judicial.

Na maioria dos casos, pode substituir, mas a aceitação depende do tipo de processo, do entendimento do juiz e do atendimento aos requisitos da apólice (cláusulas, vigência, valor segurado e condições). O caminho mais seguro é apresentar uma apólice com linguagem adequada para o processo, emitida por seguradora regular e com condições claras de execução da garantia. Quando bem estruturado, o Seguro Garantia Judicial reduz a necessidade de imobilizar recursos e pode ser uma alternativa financeiramente mais eficiente do que depósito ou outras garantias tradicionais. Se você quer aprofundar esse cenário, veja como substituir depósito judicial por seguro garantia.

O preço do Seguro Garantia Judicial depende principalmente do valor a ser garantido, do perfil de risco, do prazo de vigência e das condições do processo. Na prática, o custo é calculado como um percentual anual (taxa) sobre o valor segurado, e pode variar conforme análise de crédito e risco. Empresas com histórico e documentação bem organizada tendem a conseguir melhores taxas. Para comparar alternativas, o ideal é analisar o custo total versus o impacto no caixa (por exemplo, custo do seguro x custo de capital parado em depósito). Para ter uma visão objetiva, consulte preço e cálculo do Seguro Garantia Judicial.

Em geral, são solicitados: dados do processo (número, vara/tribunal, partes), valor a garantir, cópias de decisões relevantes, além de documentos da empresa para análise de risco (cadastro, faturamento, demonstrações financeiras, contrato social, entre outros). A lista pode variar conforme seguradora, valor e modalidade. O ponto chave é: quanto mais completo e organizado o envio, mais rápido costuma ser o retorno de análise e emissão, reduzindo retrabalho e risco de exigências. Se você precisa do passo a passo, veja como fazer Seguro Garantia Judicial.

As recusas geralmente acontecem por problemas de forma e adequação, não pelo produto em si. Exemplos comuns: cláusulas inadequadas para o tipo de ação, ausência de condições exigidas pelo juízo, vigência incompatível, valor segurado insuficiente, endereçamento incorreto, ou dúvidas sobre a regularidade da seguradora. Em muitos casos, o problema é resolvido com ajuste técnico via endosso, adequando redação e condições ao processo. Por isso, é importante emitir a apólice já com estrutura jurídica apropriada — e observar também requisitos de modalidades específicas, como o Seguro Garantia Administrativo, quando aplicável ao contexto do processo/contrato.

Endosso é a alteração formal da apólice, usada quando é necessário ajustar informações como valor segurado, vigência, dados do processo, cláusulas ou condições exigidas pelo juízo. Isso é comum quando há atualização do valor da causa, mudança de fase processual, exigência de complemento de garantia ou correções para aceitação. Após o endosso, a boa prática é protocolar o documento nos autos e comunicar o juízo, garantindo que a nova versão substitua a anterior sem gerar dúvidas. Para alinhar expectativas desde o início, vale conferir o prazo de vigência do Seguro Garantia Judicial.

A forma correta é consultar a seguradora e/ou o produto diretamente nos canais oficiais da SUSEP, verificando se a empresa está autorizada a operar e se o produto está devidamente registrado/regular. Esse cuidado evita problemas de aceitação e reduz risco operacional, principalmente em garantias judiciais onde a confiança na execução da apólice é central. Além disso, vale avaliar histórico, especialização em garantias e suporte técnico para adequar cláusulas ao tipo de processo. Para facilitar, veja o guia: como verificar seguradora na SUSEP.

A principal diferença é que o Seguro Garantia Judicial é um contrato de seguro (com prêmio/taxa) e costuma ser percebido como alternativa que preserva mais o caixa e não consome da mesma forma o limite bancário; já a Carta Fiança é uma garantia bancária, normalmente ligada a relacionamento e limite de crédito, podendo afetar a capacidade de financiamento da empresa. Na prática, a melhor escolha depende do custo total, do impacto na linha bancária, do prazo do processo e da estratégia financeira da empresa para manter liquidez. Se quiser comparar com mais detalhes, veja Carta Fiança fidejussória: tudo o que você precisa saber.

Fale com a Mary T.
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