A qualidade dos serviços no Brasil

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Somos prestadores de serviços desde 1994 e ao longo dessa trajetória sempre buscamos a excelência no atendimento aos nossos clientes.

Daí a nossa preocupação constante em implantar programas que visam o aumento do nível da qualidade. Porém, isso não é uma tarefa fácil. Primeiro porque envolve investimentos, em segundo, porque leva tempo e em terceiro, porque em muitos casos o nível da mão-de-obra é baixo.

Dentro de uma empresa, o grande desafio consiste em saber administrar pessoas, visando torna-las mais eficientes e aptas para desenvolver um trabalho primoroso. Observamos ao longo destes anos que as pessoas falham por duas razões: falta de conhecimento – quando a pessoa não sabe fazer. E o segundo motivo, pela falta de concentração. Ninguém nasce sabendo e, portanto, o treinamento e a dedicação aos estudos são primordiais para o crescimento humano. Um processo de aprimoramento humano não tem fim, mas tem começo.

As grandes corporações investem milhões em seus funcionários. Mas de que adianta muito dinheiro e longos períodos de treinamento se o profissional não presta atenção no que faz? Ou não gosta do que faz?

As grandes corporações também investem fortunas em campanhas publicitárias, mas muitas vezes não atentam que o serviço é feito por uma pessoa que pode estar lendo as mensagens no celular em vez de estar concentrado em sua tarefa.

Certa vez, um amigo nosso comprou um apartamento na planta e na fase final da obra escolheu um caríssimo piso de mármore para o revestimento da sala e dos quartos. O empreiteiro instalou mais de 200 metros quadrados do piso no imóvel e no dia que havia terminado o serviço, telefonou para chamar o proprietário para ver a obra prima que o apartamento havia ficado. O proprietário foi até o imóvel e para sua surpresa encontrou o apartamento dele sem nenhum piso. Imediatamente telefonou para o empreiteiro para pedir explicações dos motivos que o apartamento dele, no sexto andar estava sem o mármore italiano. Foi quando o empreiteiro, decepcionado e triste, descobriu que havia revestido o apartamento do andar de baixo. Foram semanas de trabalho simplesmente no andar errado! Dá para imaginar a dor de cabeça?

Por essas histórias e tantas outras que já vivenciamos que aprendemos que não basta ser o melhor instalador de piso da cidade se na hora crucial, por falta de atenção, confunde-se o quinto com o sexto andar. Por falta de comprometimento e foco erra-se no restaurante, com a entrega de um prato errado, erra-se no furo da parede para pendurar um quadro que atinge uma tubulação, erra-se nos embarques de malas em aeroportos, erra-se na inspeção de barragens que se rompem.

Claro que muito das causas provém da falta de concentração, entretanto também existe o componente da falta de preparo do profissional. No Brasil, é comum uma pessoa recém-desempregada, quando aprende trocar uma lâmpada, se auto denominar um profissional especializado em parte elétrica. Isso pode ser comum em um país com tantos desempregados, mas não é normal se essa pessoa coloca em risco as instalações elétricas de uma casa. A realidade é essa: pessoas sem preparo técnico exercendo funções que exigem conhecimento e foco.

No setor de seguros não é diferente. Em 25 anos de estrada perdemos as contas dos erros cometidos pelas seguradoras. Tanto na hora de calcular um risco, fazer uma proposta, como na hora de emitir a apólice, enviar um boleto ou pagar uma indenização. Os erros mais comuns são valores que vem incorretos, datas erradas, coberturas incompletas, nomes errados, cláusulas equivocadas. E nesse oceano de erros, o nosso papel tem sido entregar aquilo que foi vendido, rapidamente e sem erros!!

Na Merit temos alguns procedimentos que visam evitar falhas e mesmo assim é óbvio que falhamos. A questão consiste em medir quanto de informação é gerada e quantos erros foram cometidos. E mais: dimensionar o tamanho do erro. Demorar muito tempo para executar um serviço e não cometer erros é mais que obrigação. Demorar muito tempo para executar um serviço e ao final entrega-lo com erros pode significar o fim de uma empresa. Nosso objetivo desde 1994 é conciliar a velocidade do serviço com a precisão na entrega. Esse é o primeiro segredo para se prestar serviços com qualidade. E a Merit persegue essa missão a cada segundo.

Marcelo Fasolari

Sócio-Diretor na Merit Seguros

Sou especialista em garantias há mais de 31 anos, criando soluções para escritórios de advocacia e empresas de todo o Brasil. Meu propósito é a viabilização de apólices para processos judiciais tributários, cíveis e trabalhistas, como também, estruturar garantias para editais de concorrência e contratos de prestação de serviços, fabricação e de construção, no Brasil e no exterior.

Meu foco é encontrar o equilíbrio entre as coberturas exigidas, com redução de custos. Se você precisa de apólices para amparar seus processos judiciais e as atividades comerciais da sua empresa, vou assessorar você na obtenção de todos os tipos de garantias.

Perguntas Frequentes

Seguro Garantia Judicial é uma apólice usada para garantir valores em processos, substituindo alternativas como depósito judicial, penhora ou bloqueios, conforme aceitação do juízo e regras aplicáveis. Na prática, ele ajuda empresas a manterem capital de giro enquanto cumprem a exigência de garantia do processo. É uma solução comum em ações cíveis, trabalhistas, tributárias e execuções, quando o objetivo é garantir o valor discutido sem imobilizar o caixa. Para entender a estrutura e as modalidades, veja a página de Seguro Garantia Judicial.

Na maioria dos casos, pode substituir, mas a aceitação depende do tipo de processo, do entendimento do juiz e do atendimento aos requisitos da apólice (cláusulas, vigência, valor segurado e condições). O caminho mais seguro é apresentar uma apólice com linguagem adequada para o processo, emitida por seguradora regular e com condições claras de execução da garantia. Quando bem estruturado, o Seguro Garantia Judicial reduz a necessidade de imobilizar recursos e pode ser uma alternativa financeiramente mais eficiente do que depósito ou outras garantias tradicionais. Se você quer aprofundar esse cenário, veja como substituir depósito judicial por seguro garantia.

O preço do Seguro Garantia Judicial depende principalmente do valor a ser garantido, do perfil de risco, do prazo de vigência e das condições do processo. Na prática, o custo é calculado como um percentual anual (taxa) sobre o valor segurado, e pode variar conforme análise de crédito e risco. Empresas com histórico e documentação bem organizada tendem a conseguir melhores taxas. Para comparar alternativas, o ideal é analisar o custo total versus o impacto no caixa (por exemplo, custo do seguro x custo de capital parado em depósito). Para ter uma visão objetiva, consulte preço e cálculo do Seguro Garantia Judicial.

Em geral, são solicitados: dados do processo (número, vara/tribunal, partes), valor a garantir, cópias de decisões relevantes, além de documentos da empresa para análise de risco (cadastro, faturamento, demonstrações financeiras, contrato social, entre outros). A lista pode variar conforme seguradora, valor e modalidade. O ponto chave é: quanto mais completo e organizado o envio, mais rápido costuma ser o retorno de análise e emissão, reduzindo retrabalho e risco de exigências. Se você precisa do passo a passo, veja como fazer Seguro Garantia Judicial.

As recusas geralmente acontecem por problemas de forma e adequação, não pelo produto em si. Exemplos comuns: cláusulas inadequadas para o tipo de ação, ausência de condições exigidas pelo juízo, vigência incompatível, valor segurado insuficiente, endereçamento incorreto, ou dúvidas sobre a regularidade da seguradora. Em muitos casos, o problema é resolvido com ajuste técnico via endosso, adequando redação e condições ao processo. Por isso, é importante emitir a apólice já com estrutura jurídica apropriada — e observar também requisitos de modalidades específicas, como o Seguro Garantia Administrativo, quando aplicável ao contexto do processo/contrato.

Endosso é a alteração formal da apólice, usada quando é necessário ajustar informações como valor segurado, vigência, dados do processo, cláusulas ou condições exigidas pelo juízo. Isso é comum quando há atualização do valor da causa, mudança de fase processual, exigência de complemento de garantia ou correções para aceitação. Após o endosso, a boa prática é protocolar o documento nos autos e comunicar o juízo, garantindo que a nova versão substitua a anterior sem gerar dúvidas. Para alinhar expectativas desde o início, vale conferir o prazo de vigência do Seguro Garantia Judicial.

A forma correta é consultar a seguradora e/ou o produto diretamente nos canais oficiais da SUSEP, verificando se a empresa está autorizada a operar e se o produto está devidamente registrado/regular. Esse cuidado evita problemas de aceitação e reduz risco operacional, principalmente em garantias judiciais onde a confiança na execução da apólice é central. Além disso, vale avaliar histórico, especialização em garantias e suporte técnico para adequar cláusulas ao tipo de processo. Para facilitar, veja o guia: como verificar seguradora na SUSEP.

A principal diferença é que o Seguro Garantia Judicial é um contrato de seguro (com prêmio/taxa) e costuma ser percebido como alternativa que preserva mais o caixa e não consome da mesma forma o limite bancário; já a Carta Fiança é uma garantia bancária, normalmente ligada a relacionamento e limite de crédito, podendo afetar a capacidade de financiamento da empresa. Na prática, a melhor escolha depende do custo total, do impacto na linha bancária, do prazo do processo e da estratégia financeira da empresa para manter liquidez. Se quiser comparar com mais detalhes, veja Carta Fiança fidejussória: tudo o que você precisa saber.

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